Remedio da Natureza

Noticias sobre plantas medicinais.Produtos fitoterapicos. Mel de belha, etc.

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15.01.07

IPÊ AMARELO

categorias: Plantas


Nomes Populares
ipê-amarelo-cascudo, ipê-do-morro, ipê,
ipê-amarelo, aipé, ipê tabaco,
ipê-amarelo-paulista, pau-d'arco-amarelo.

Sinonímia Botânica
Tecoma chrysotrícha Mart. ex DC.,
Handroantus chrysotríchus (Mart. ex DC.) Mattos

Características Morfológicas
Altura de quatro a dez metros, com tronco
de trinta a quarenta centímetros de diâmetro.
Ramos novos e pecíolos cobertos por densa
pubescência ferrugínea.
Folhas compostas 5-folioladas; folíolos pubescentes
em ambas as faces, ásperos, coriáceos,
e cinco a dez centímetros de comprimento por
três a cinco centímetros de largura.

Ocorrência
Espírito Santo até Santa Catarina,
na floresta pluvial atlântica.



Madeira
Moderadamente pesada, resistente,
difícil de serrar, de grande durabilidade
mesmo quando em condições adversas.



Fenologia
Floresce durante os meses de agosto-setembro,
geralmente com a planta totalmente
despida da folhagem. Os frutos amadurecem
a partir de setembro a meados de outubro.

Utilidade
A madeira é própria para obra externas, como postes,
peças para pontes, tábuas para assoalhos, rodapés,
molduras, etc. Aárvore é extremamente
ornamental, principalmente quando em flôr;
é a espécie de ipê amarelo mais cultivada
em praças e ruas estreitas e sob redes elétricas
em virtude de seu pequeno porte.
Fonte:Clube da Semente do Brasil
Oléo de Copaiba, João Brandinho. Pedidos.  rivaldo.meneses@hotmail.com
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  • Postado em 10:24:55

12.01.07

CAJUEIRO


O Laboratório de Tecnologia Farmacêutica (LTF), da Universidade Federal da Paraíba, é reconhecido como um centro de excelência do País e da América do Sul. Uma das características do grupo de pesquisa do Laboratório de Tecnologia Farmacêutica, segundo o professor José Maria Barbosa, tem sido o desenvolvimento integrado de pesquisas químico-farmacológica em busca do princípio ativo, seja ele conhecido ou inédito. Uma das plantas pesquisadas pelo LTF é o juazeiro, da qual extrai substância para produção de um xampu e medicamentos.

Segundo o professor José Maria, o juazeiro é "uma das poucas arvores respeitadas pelo homem da Caatinga, porque quando todas as outras arvores perdem as folhas nas secas mais terríveis, esta planta mantém-se com aspecto viçoso e de folhagem abundante. Da casca do juazeiro retiram-se as raspas com valor detergente para diferentes serviços de limpeza. A entrecasca tem aplicação garantida na medicina popular para bronquite e como expectorante, e é usado como dentrifício e tônico para os cabelos.

O estudo quimico do extrado hidroalcoólico do referido vegetal levou ao isolamento e identificação do ácido betulínico, ácido oleanólico e uma saponina obtida com 10 por cento de rendimento. Além disso, segundo o professor, os estudos farmacológicos realizados com a sapopina isolada do juazeiro mostraram efeitos cardiotônicos direto, ação hipotensora e ação relaxante na musculatura lista da traquéia. A partir desta substância, o LTF produz um xampu de boa qualidade.

De todas as arvores do nordeste brasileiro, o juazeiro e a mais tipicamente sertaneja, uma planta-simbolo das caatingas. Das especies de Ziziphus que ocorrem no Nordeste, a Ziziphus joazeiro e a mais comum (uma das poucas especies desse genero adaptadas ao clima seco). E um planta de clima quente, perfeitamente adaptada aos climas semi-umido, sub-umido e semi-arido, embora tambem cresca em clima umido. Apesar de ser caracteristica de regioes secas esta especie cresce de preferencia em locais onde pode tirar agua do subsolo: baixadas umidas e margens de riachos.

Fonte: http://www.correiodaparaiba.com.br/especial4.html
http://www.alicesoftware.com/webs/trees/aweb/td001/td_00038.htm

Copaiba, João Brandinho,Propólis e outros.

Pedidos no e-mail.  rivaldo.meneses@hotmail.com

 

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  • Postado em 16:35:09

10.01.07

COPAIBA


Segundo a química do Far-Manguinhos Vera Cascon "O óleo de copaíba é uma verdadeira farmácia natural". Do tronco dessa árvore, que pode chegar a 45 metros de altura, retira-se um óleo capaz de impedir o crescimento de um tipo de câncer de pele, e que tem a vantagem de ser pouco tóxico (um sério problema de outras drogas indicadas para o caso). O Instituto Nacional de Câncer (Inca), do Rio de Janeiro, já comprovou o poder antitumoral desse óleo em tubos de ensaio e em testes com animais; falta agora completar o teste com seres humanos.

A copaíba já se revelou capaz, também, de impedir o crescimento do trypanosoma cruzi, protozoário causador do mal de Chagas, uma doença que atinge oito milhões de brasileiros e contra a qual não existe ainda uma droga eficaz. Por fim, além de sua fama como infalível antisséptico, cicatrizante e antiinflamatório, Vera e outros profissionais do Laboratório agora avançam na criação de um creme vaginal destinado a combater os virus do HPV, causadores do carcinoma do colo do útero (um problema que atinge cerca de 30% das mulheres brasileiras).

O óleo de copaíba constitui material resinoso extraído por meio de uma incisão no tronco da capaibera. Seu nome é de origem guarani, e é também conhecido como bálsamo de copaíba. Os índios da Amazônia utilizavam o óleo para untar o corpo depois dos combates para curar as feridas. Os colonos descobriram outras aplicações, utilizando-o como anti-séptico das vias urinárias e respiratórias, particularmente bronquites. Medicamentos da fitoterapia indígena haviam sido repertoriados pelo padre Fernão Cardim no último quartel do século XVI. Assim a copaíba (cicatrizante) tinha boa usança entre missonários e moradores

O departamento de Produtos Naturais começou o trabalho com plantas medicinais por três anos até que em 1998 os pesquisadores chegaram a um creme vaginal à base de óleo de copaíba. Na Amazônia, é comum usar o óleo como cicatrizante e para herpes labial, o que chamou a atenção dos cientistas da Fiocruz: o vírus assemelha-se ao HPV.

Um teste feito com pacientes do Instituto Nacional do Câncer (Inca) mostrou que o vírus desaparecia com a aplicação da copaíba, mas, como os exames não foram feitos nos padrões exigidos para a comprovação científica, Far-Manguinhos desenvolveu o produto e começou os testes clínicos, nos quais mulheres serão submetidas a um tratamento com o óleo e outras, com placebo, e de laboratório. "O teste de toxicidade deu negativo", comemora a pesquisadora Vera Cascon, referindo-se ao exame que constata se a planta pode causar efeitos colaterais. "Mas temos de verificar como a substância age contra o vírus e se também será possível usar a copaíba para reduzir os tumores".

A hipótese dos cientistas é a de que o óleo de copaíba, na verdade, atue como um ativador do sistema imunológico contra o HPV e não necessariamente aja contra o vírus. "As plantas são um complexo de substâncias químicas", define o diretor científico de Far-Manguinhos, Antonio Carlos Siani. "É possível isolar um princípio ativo que age exatamente numa doença ou localizar um efeito sinérgico, em que várias substâncias atuam no organismo levando a uma reação contra outros males." Isso explica porque, no uso popular, uma planta pode servir para tanto para dor de cabeça como para unha encravada - uma amplitude que sempre despertou as suspeitas médicas.

A Copaíba (Copaifera sp), ou Copaibeira, é uma árvore de grande porte da família Leguminosae encontrada em todo o Brasil. Os habitantes da floresta a procuram como local de tocaia para pequenos animais silvestres que se alimentam de seus frutos. A árvore, também chamada de Pau d'óleo, é facilmente encontrada na mata devido ao forte aroma de sua casca. Chamada de copaíva ou copahu pelos indígenas (do tupi: Kupa'iwa e Kupa'u, respectivamente), o óleo da copaíba era bastante utilizado entre os índios brasileiros quando os portugueses chegaram ao Brasil. Tudo indica que o uso deste óleo veio da observação do comportamento de certos animais que, quando feridos, esfregavam-se nos troncos das copaibeiras. Os índios o utilizavam principalmente como cicratizante e no umbigo de recém-nascidos para evitar o mal-dos-sete-dias. Os guerreiros quando voltavam de suas lutas untavam o corpo com o óleo da copaíba e se deitavam sobre esteiras suspensas e aquecidas para curar eventuais ferimentos.

A copaíba é incrivelmente poderosa, um antibiótico da mata, que já salvou vidas de muitos caboclos e índios seriamente feridos. Em algumas regiões, o chá da casca é bastante utilizado como anti-inflamatório. Em Belém, a garrafada da casca está sendo utilizada como substituto do óleo de copaíba. Isto porque é cada vez mais difícil encontrar o óleo. A casca entra na composição de todos os lambedores ou xaropes para tosse. Nos Andes do Peru, o óleo de copaíba é utilizado para estrangúria, sífilis e catarros.

Pedidos de  Oléo de Copaiba:   rivaldo.meneses@hotmail.com

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  • Postado em 13:22:22

08.01.07

Copaiba

Copaiba: Com ação antisséptico.Cicatrizante e Antiinflamatório.

Em Breve Neste Blog. Informações sobre Produtos fitoterápicos.

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  • Postado em 18:30:29